E se tudo der certo, desconfie..
Essa história de “nunca” e “pra sempre” é só uma questão de tempo, pra que se perca e se não se ache mais.
theme por nee-d; don't copy.


Meu tema hoje é: E em cada poucos de mim cabe tanto de você.


Uns tem criatividade, outros tem inteligência… eu não tenho nenhum dos dois.








“O som de um silêncio, a velocidade de um chão, dons e talentos ou esforços em vão? O muito virando pouco, um beijo em seus lábios, eram sabedorias de um louco, ou loucuras de um sábio? Mais um triste episódio, sentindo prazer na dor, eu via a beleza no ódio ou a tristeza no amor? Tudo era relativo, mas nem tudo era concreto, as coisas perderam o sentido ou nunca houve nada certo?”

2 days ago · 468 notes · reblog
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2 days ago · 53,008 notes · reblog
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objetivar:

Sei que você nunca me compreenderá, e provavelmente, não lerá até o fim. Não quero que fique com pena de mim e de meus sentimentos, ok? Tenha pena dos cancerosos que estão à beira da morte, não de mim – minha doença passa.. A deles? Provavelmente não.  Não me veja com outros olhos, não pense em mim com ternura, não derrame lágrima alguma por mim, pois acredite se quiser, não derramei nenhuma gótica de lagrima se quer escrevendo isso pra ti – foram só ciscos, toda vez que vou escrever que contenha você, direta ou indiretamente, ciscos do demônio atacam os meus olhos, são só ciscos! Não pense que escrevi isso pra você deitado em minha cama, tomando um café de ontem e relembrando do café gostoso que só você sabia fazer. Pois saibas que tomei todas as precauções possíveis, escrevi debaixo de minha cama tomando um copaço de água; confesso, minhas costas clamam por clemência – até de longe tu me causas dores terríveis, nada que dorcillax não resolva. Lembra quando disse a você que, por mais que você tentasse me fazer tomar café eu nunca que iria tomar? Pois bem, eu até tomo, tomo mesmo, mas não gosto! O gosto é horrível, insuportável, amargo, minha língua queima sempre no primeiro gole que levo a minha boca. Meu bafo fica terrivelmente monstruoso, me sinto uma porca depois de tomar mais um gole de café. Como você aguenta? [..] Creio eu que, você deve de estar se perguntando o porquê de eu estar tomando TODOS os dias, mesmo não gostando nenhum pouco de café, não é mesmo? Eu não sei, é que.. Meu paladar se acostumou em sentir o gosto amargo pra ganhar um sorriso seu. Diga-me, como você aguentava me beijar depois de duas xícaras de café – sem leite, purinho.. purinho? Eu não quero fazer longos discursos, sou ótima nisso, mas a fadiga e a preguiça me impedem de fazer o mesmo.  É que por mais que nós já não nos pertencemos mais um ao outro, no fundo.. No fundo, tem uma pequena parte, gigantesca, dentro de mim que ainda te pertence, que ainda é submissa á você. Eu vou pra balada todo fim de semana sabia? Já perdi as contas de quantos e quantos caras já beijei, dei amassos, levei pra cama.. Mas se quer saber? Os nomes dos caras pra mim eram iguais ao seu. E você? Ah, não me deixou pra trás também, fiquei sabendo que depois de mim, você namorou umas duas, ficou com umas dez, e estava de peguete até semana passada. Mas foi esse o combinado. Nós sorrimos um para o outro, trocamos apertos de mãos, uma batidinha de leve nas costas, desejamos felicidades um ao outro, e pronto! Estava tudo acabado entre nós. Eu aparentava estar contente com a decisão tomada. Você também. Fui em frente. Você também. Passaram-se dias, semanas, meses e nada, nada mudou. Continuei indo pra festas. Peguei. Namorei. Chorei. E assim sucessivamente. E você..? A mesma coisa! O ruim de tudo isso é que, você já se acostumou a fingir que não existo, que em nenhum momento fiz parte de sua vida. O ruim de tudo isso é que, você já não evita mais meu olhar, você já consegue me encarar, de me ver de frente. Você passa me cumprimenta, dá beijo no rosto, pergunta sobre o meu dia, e vai embora. E eu? Eu ainda sinto arrepios quando seus lábios tocam o meu rosto, fico sem graça quando você diz que em tal dia, a roupa que eu estou vestindo, caiu bem em mim. Sem pensar, eu ainda me pego clamando o teu nome baixinho, pra ninguém ouvir, pra você não ouvir. Eu não durmo mais sozinha, pelo contrário, sempre tem um babaca pra acreditar em minhas falsas promessas de amor eterno – mas que é nenhum deles tem um abraço que me encaixa tão bem como o seu. Sabe aquele seu chulé fedorento que eu tanto reclamava? Nenhum deles tem problemas com odores desse tipo, mas toda vez que levo algum cara aqui em casa, eu peço aos céus que algum deles tenham o chulézinho que só você tinha. Eu odeio ter que admitir que, depois de tanto tempo, depois de tantas páginas viradas, eu não consegui desviar a minha rota de você. Eu não quero saber como você está e muito menos qual é o seu estado de relacionamento nesse exato momento. Só quero que você venha quando eu te chamar bem baixinho antes de dormir, ou a qualquer hora do dia. Mas venha. Venha de pressa. Esqueça todas as baboseiras que eu havia dito antes. Não teve cara nenhum depois de você, estou do jeito que você me deixou. – PS. Perdoe-me por dizer algumas mentiras, mas meu orgulho teimou em tentar te ferir um pouco. - Objetivar


2 days ago · 2,346 notes · reblog
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Tá combinado. Amanhã. Nós dois. No mesmo horário.
Só quero te ver de novo, ver se você já sabe passar suas calças sem meu auxilio, ver se as golas de suas camisas estão engomadas, se teus sapatos estão ilustrados, se tua barba está feita. Quero ver se houve alguma mudança após o nosso fim, ou se ficou do mesmo jeito que eu o deixei. Eu confesso, tenho medo de encontrar você de outro modo, com outras maneiras. Tenho medo de você ter perdido qualquer resquício que faça você lembrar-se de mim de alguma forma. Quero lhe informar que, eu também mudei – talvez você nem me reconheça mais. Como dizem por aí “Tô podendo”. Faz dois anos que não nos vemos mais, perdemos contatos. Não nos vemos mais. Depois de você namorei mais um cara, o nome dele era Gustavo, mas eu sempre o chamava de “Gus” ou de “cuscuis” na intimidade. Ele foi bom comigo.. Ô se foi! Mas foi só isso. Foi bom até demais. Não me sacaneava. Sempre chegava no horário. Sabia como me aquecer. Beija-me conforme o ritmo. Encaixava-me do modo como me dava mais prazer. Sabia como me zelar. Compreendia-me. Decifrava-me como ninguém. Era bom demais. O cara era perfeito. Era o genro que toda mãe pede á Deus. E até hoje, sinto um pouco de remorço pelo sofrimento que causei ao coitado. Fico pensando se não devo te procurar, pelo menos pra dar um sinal de vida, ou um abraço e dizer “senti saudade..” qualquer coisa assim. Por que não te procurar? Hein? O que me impede? Vou perder alguma coisa? Por que não ir atrás de você? Atrás do tempo perdido? Mesmo querendo esconder, no fundo.. No fundo, quando ouço alguma musica de despedida, logo me vem na mente, você e o nosso adeus não dado. [..] Depois de te procurar em todas as redes sociais existentes, de tentar achar alguma pista sua pelos nossos antigos amigos.. Encontrei-te! “Avenida Brasil travessa com a Marechal, apartamento 15, porta marrom” Anotei em rascunhos no meu celular e fui te caçar. Não foi tão difícil como eu pensava. Posso dizer uma coisa? Só entre nós? Eu espero que você esteja todo desengonçado só pra ter algum tema pra conversar contigo. Achei-te danado! – pensei comigo. Bato duas ou quatro vezes? É melhor duas, quatro é sinal de desespero. Tapar o olho mágico, sim ou não? E se ele me reconhecer? Não.. Ele não vai. Tá! Vou tapar. Vai.. um..dois.. Três.. Bate! Meu cabelo, ai ai meu cabelo. Tá bom? Será que tá? Ah, vai assim mesmo! “Toc toc” A porta tá se abrindo.. Tá se abrindo! Meu Deus.. Abriu! “Olá” – Fiz merda, fiz merd.. “Oi..” “Posso te oferecer algo?” – tanta coisa, meu bem.. “Não se lembra mais de mim?..” “E deveria?..” – toma.. Eu merecia isso. “Eu não sei, me diz você..” “Entre, não é elegante deixar uma moça no corredor, e, por favor, não repare na bagunça..” – entrei e sabe? Nada mal, tudo bem definido.. Do jeito que eu gostaria que fosse meu cantinho. “Belo apartamento..” “Também acho..” “Enfim, não sou familiar para você?.. Nenhum pouco?” “Um pouco é.. talvez médio.. um tico a mais.” “Não é pra menos, faz dois anos que não nos vemos..” “Não me ajudou muito, se você me conhece, deveria de saber que sou péssimo com datas..” – eu podia ter dormido sem essa.. Eu podia. “Ah sim.. desculpe-me, não deveria de ter vindo. Enfim, foi bom revê-lo novamen..” “Ei, eu não fui grosso. Aliás, tu nem se apresentou direito, vá.. diz-me, qual é o teu nome?..” “As palavras saem quase sem querer rezam por nós dois, tome conta do que vai dizer.. lembra-se dessa musica? – sou horrível cantando meu Deus! “Não acredito.. Não pode ser! Porque não disse logo que era você? Hein?”– esse sorriso.. ai ai. “Suspense…” “Você mudou hein.. Venha, dê-me um abraço..” – então eu o abracei e senti aquele cheiro de Rexona recém-passado. “Seu abraço ainda continua confortável..” – o seu também.. do jeitinho que eu gosto. “Essa fala já é familiar para os meus ouvidos viu..” – olha eu ferrando com tudo mais uma vez “É né.. Você está linda” “Você também não está nada mal..” “Você ainda continua baixinha..” “E você continua com cheiro de Rexona..” “Quanto tempo não? Porque só agora veio me ver..?”– E agora? O que vou dizer? Nem eu sei por que vim, não quero começar isso de novo.. não agora. “Tava passando por aqui.. E soube que tu moravas aqui perto, e vim ver-te, nada planejado e tal..” “Nada planejado?..”“ Nadica”..” “Fico feliz com sua visita” “Fica..?” “Fico.. e muito” “Vou-me embora.. tá tarde!” “São duas horas da tarde..” “Viu.. como eu disse, tá tarde” – falei apontando para o sol, trocadilho idiota. “Você e suas piadinhas..” “É.. eu e elas..” “Fica..” “Fica o que?” – Tenho essa mania de dar-me de desentendida sempre nas horas erradas. “Fica aqui comigo mais um pouco, você acabou de chegar hora essas..” “Tenho que pagar minhas contas..” “Você pode pagar amanha.. depois de amanha..” “Eu sei.. Mas preciso pagar hoje..” “Tá então, já que você quer tanto ir.. pode ir, sem problemas.” – Insiste mais um pouco.. Estou quase desistindo de ir, e ficar mais um pouco.. “Ok! Se cuide.. “Até qualquer dia.”. “Até..” – Levou-me até porta, deu um aceno, bateu a porta e fui-me embora. Esse era o seu grande erro. Deixava-me ir. Sempre me deixou ir. Lembra-se das ultimas coisas que lhe disse há dois anos atrás? De que, eu queria ver você lutando por mim mesmo sabendo que, teria-me no final? Parece que não.. Mas ao contrário de você, eu não sou assim, luto até o fim. Como você disse.. sem problemas! Amanhã vou até o seu apartamento, e tentamos novamente.”

2 days ago · 391 notes · reblog
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E eu aqui esperando ele :( Não vale a pena flws


Você irá lembrar… 

De todas as pessoas, de todas as frases, de todas as palavras, de todas as sílabas

e de todas as promessas, mas na verdade você só vai lembrar de uma pessoa.. Estou errada? Agora pense..Será que vale mesmo a pena lembrar?, De algo que não deu certo, algo que te feriu tanto, Esqueça isso, esqueça tudo. Viva o presente intenso, sem limites, sem regras, sem pressa, sem eu. Mas Viva.

                                                        ~JuuliaCarvalho *